Com a GSX650F, a Suzuki quis retomar o conceito sport-turismo, numa versão que estivesse dentro dos parâmetros actuais. Este conceito teve início nos anos 80 e estendeu-se até ao ano 2000.
A GSX650F não é mais do que uma Bandit 650 carenada, mas é um daqueles felizes casos em que o conjunto se mostra melhor que a soma das partes, e que tudo funciona na perfeição. É uma daquelas motas que são tão completas e equilibradas, que o seu parentesco se torna irrelevante.
Tirando a carenagem, as diferenças para a Bandit são discretas, mas não há dúvida que existem. Antes de mais, temos o motor de 4 cilindros em linha, com 656 cc, que foi submetido a alguns ajustes e que assim consegue ter um rendimento melhorado, embora a potência seja idêntica.
Depois, a posição de condução, algo desportiva, graças ao seu novo guiador e ao assento de uma só peça. Finalmente, o amortecedor traseiro, um pouco mais sofisticado, sendo ajustável em extensão.
A carenagem é muito parecida com as da gama GSX-R (até as entradas de ar falsas), mas com um pára-brisas maior e mais prático, e com grandes retrovisores.
E pese embora tudo isto não serem mais que extras dados a uma Bandit carenada, a condução desta mota demonstra que afinal, a GSX650F é muito melhor que isso, sem desprimor para a Bandit.
Assim que nos sentamos na GSX650F há algo que realmente nos apraz. É mais uma sensação, mas que tem a sua razão de ser. Antes de mais temos a altura do assento, de 770 mm, que combina perfeitamente com a fácil posição de condução semi-erguida. Isto faz da GSX650F uma mota fantástica para quem tem estatura mais baixa, ou para quem se está a iniciar no mundo do motociclísmo. E ao mesmo tempo, não penaliza quem tem estatura mais elevada, permitindo-lhes posturas mais desportivas.
Este conforto permanece em marcha. Os controlos são fáceis e precisos, e o motor responde bem desde as 4.000 rpm, sem ter de o revolucionar em demasia, e sem patinagens da embraiagem, com sucederia com uma 600 supersport. O bom equílibrio da mota faz das manobras em estrada uma brincadeira, auxiliadas pelos retrovisores e pelos instrumentos de fácil leitura e boa visibilidade.
Como polivalente de iniciação, esta mota é uma aposta ganha. Mas o melhor ainda está para vir... sem se saber muito bem como, o facto é que os engenheiros da Suzuki conseguiram dar a esta mota um carácter desportivo genuíno e totalmente satisfatório. Isto sem comprometer a sua versatilidade.
Não importa o quão rápidas ou exigentes sejam as estradas, a GSX650F percorre-as sem hesitar, ao mesmo tempo que mantém sempre as emissões dentro dos limites legais, e com um cunho que tem mais a ver com as GSX-R do que com outra coisa qualquer.
Na verdade, em estrada, o rodar é suave, a postura e visibilidade são perfeitas, além de que esta máquina sobe de regime desde as 6.000 rpm até às 10.000 rpm, sem esforço. Nas curvas e contra-curvas ela é uma delicia de conduzir, sempre tensa em todas as curvas, sendo que o amortecedor traseiro, nestes casos, faz um trabalho notável. E ela responde muito alegremente quando levada à zona vermelha, até aos 225 km/h.
Claro está que não é tão rápida e nervosa como uma GSX-R, mas também não é tão exigente na condução, e nem tão pouco é tão cara como as GSX-R, nem tão especializada, e nem tão incómoda. E como moto de estrada, a GSX650F é deveras mais eficiente.
Esta mota, alegre e polivalente, dá também ares à sua quase homóloga da Honda, a CBF1000, mas ainda assim apresenta-se melhor do que esta última, pela sua relação qualidade/preço. De resto, esta relação qualidade/preço, faz desta mota uma séria contendedora ao título de moto do ano. E honestamente, pelo preço, que ronda os 7.200 euros, não lhe falta mesmo nada.
Fica o vídeo promocional da Suzuki, seguido por mais algumas fotos e pelas características técnicas:
A GSX650F não é mais do que uma Bandit 650 carenada, mas é um daqueles felizes casos em que o conjunto se mostra melhor que a soma das partes, e que tudo funciona na perfeição. É uma daquelas motas que são tão completas e equilibradas, que o seu parentesco se torna irrelevante.
Tirando a carenagem, as diferenças para a Bandit são discretas, mas não há dúvida que existem. Antes de mais, temos o motor de 4 cilindros em linha, com 656 cc, que foi submetido a alguns ajustes e que assim consegue ter um rendimento melhorado, embora a potência seja idêntica.
Depois, a posição de condução, algo desportiva, graças ao seu novo guiador e ao assento de uma só peça. Finalmente, o amortecedor traseiro, um pouco mais sofisticado, sendo ajustável em extensão.
A carenagem é muito parecida com as da gama GSX-R (até as entradas de ar falsas), mas com um pára-brisas maior e mais prático, e com grandes retrovisores.
E pese embora tudo isto não serem mais que extras dados a uma Bandit carenada, a condução desta mota demonstra que afinal, a GSX650F é muito melhor que isso, sem desprimor para a Bandit.
Assim que nos sentamos na GSX650F há algo que realmente nos apraz. É mais uma sensação, mas que tem a sua razão de ser. Antes de mais temos a altura do assento, de 770 mm, que combina perfeitamente com a fácil posição de condução semi-erguida. Isto faz da GSX650F uma mota fantástica para quem tem estatura mais baixa, ou para quem se está a iniciar no mundo do motociclísmo. E ao mesmo tempo, não penaliza quem tem estatura mais elevada, permitindo-lhes posturas mais desportivas.
Este conforto permanece em marcha. Os controlos são fáceis e precisos, e o motor responde bem desde as 4.000 rpm, sem ter de o revolucionar em demasia, e sem patinagens da embraiagem, com sucederia com uma 600 supersport. O bom equílibrio da mota faz das manobras em estrada uma brincadeira, auxiliadas pelos retrovisores e pelos instrumentos de fácil leitura e boa visibilidade.
Como polivalente de iniciação, esta mota é uma aposta ganha. Mas o melhor ainda está para vir... sem se saber muito bem como, o facto é que os engenheiros da Suzuki conseguiram dar a esta mota um carácter desportivo genuíno e totalmente satisfatório. Isto sem comprometer a sua versatilidade.
Não importa o quão rápidas ou exigentes sejam as estradas, a GSX650F percorre-as sem hesitar, ao mesmo tempo que mantém sempre as emissões dentro dos limites legais, e com um cunho que tem mais a ver com as GSX-R do que com outra coisa qualquer.
Na verdade, em estrada, o rodar é suave, a postura e visibilidade são perfeitas, além de que esta máquina sobe de regime desde as 6.000 rpm até às 10.000 rpm, sem esforço. Nas curvas e contra-curvas ela é uma delicia de conduzir, sempre tensa em todas as curvas, sendo que o amortecedor traseiro, nestes casos, faz um trabalho notável. E ela responde muito alegremente quando levada à zona vermelha, até aos 225 km/h.
Claro está que não é tão rápida e nervosa como uma GSX-R, mas também não é tão exigente na condução, e nem tão pouco é tão cara como as GSX-R, nem tão especializada, e nem tão incómoda. E como moto de estrada, a GSX650F é deveras mais eficiente.
Esta mota, alegre e polivalente, dá também ares à sua quase homóloga da Honda, a CBF1000, mas ainda assim apresenta-se melhor do que esta última, pela sua relação qualidade/preço. De resto, esta relação qualidade/preço, faz desta mota uma séria contendedora ao título de moto do ano. E honestamente, pelo preço, que ronda os 7.200 euros, não lhe falta mesmo nada.Fica o vídeo promocional da Suzuki, seguido por mais algumas fotos e pelas características técnicas:





Motor: Quatro cilindros em linha, 4 tempos, refrigerado por líquido
Distribuição: Duas árvores de cames à cabeça, 4 válvulas por cilindro
Diâmetro x curso: 65,5 x 48,7 mm
Cilindrada: 656 cc
Alimentação: Injecção electrónica
Ignição: Electrónica digital
Caixa: 6 velocidades
Potência máxima: 85 cv / 10500 rpm
Binário máximo: 61,5 Nm / 8900 rpm
Quadro: Duplo berço em tubos de aço
Dimensões (C/L/A): 2130/760/1225 mm
Distância entre eixos: 1470 mm
Altura do assento: 770/790 mm
Suspensão dianteira: Forquilha telescópica
Diâmetro: 41 mm
Curso: 130 mm
Suspensão traseira: mono-amortecedor de acção progressiva
Curso: 128 mm
Pneu dianteiro: 120/70 - 17"
Pneu traseiro: 160/60 - 17"
Travão dianteiro: Dois discos Ø 310 mm, pinças de 4 êmbolos
Travão traseiro: Disco Ø 240 mm, pinça de 1 êmbolo
Depósito de combustível: 19 lts
Peso: 216 kg
Relação peso/potência: 2,54 kg/cv
Velocidade máxima: 225 km/h
Aceleração 0-100 km/h: 3,8 seg.
Consumo médio: 5 lts / 100 km
Autonomia: Cerca de 340 km
Distribuição: Duas árvores de cames à cabeça, 4 válvulas por cilindro
Diâmetro x curso: 65,5 x 48,7 mm
Cilindrada: 656 cc
Alimentação: Injecção electrónica
Ignição: Electrónica digital
Caixa: 6 velocidades
Potência máxima: 85 cv / 10500 rpm
Binário máximo: 61,5 Nm / 8900 rpm
Quadro: Duplo berço em tubos de aço
Dimensões (C/L/A): 2130/760/1225 mm
Distância entre eixos: 1470 mm
Altura do assento: 770/790 mm
Suspensão dianteira: Forquilha telescópica
Diâmetro: 41 mm
Curso: 130 mm
Suspensão traseira: mono-amortecedor de acção progressiva
Curso: 128 mm
Pneu dianteiro: 120/70 - 17"
Pneu traseiro: 160/60 - 17"
Travão dianteiro: Dois discos Ø 310 mm, pinças de 4 êmbolos
Travão traseiro: Disco Ø 240 mm, pinça de 1 êmbolo
Depósito de combustível: 19 lts
Peso: 216 kg
Relação peso/potência: 2,54 kg/cv
Velocidade máxima: 225 km/h
Aceleração 0-100 km/h: 3,8 seg.
Consumo médio: 5 lts / 100 km
Autonomia: Cerca de 340 km


2 comentários:
Esta mota é perfeita!
Comprei uma hoje para substutuir a minha FAzer S2 de 2007. Com um pouco de sorte, antes do fim de semana já a tenho ;)
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